Análise do livro “A história de Fernão Capelo Gaivota”

Livro escrito por Richard Bach – “Evolução sem limites”.

Fernão Capelo Gaivota

Fernão Capelo Gaivota

A biografia do autor encontra-se no link destacado do seu nome, o meu principal foco é tratar do que é a história. Embora esta análise pode ser usada  de forma larga por estudantes em projetos de escola, ressalto que análise por si, leva mais riqueza que cópias de internet. Em muitos casos se eu disser – “O grão que uma beleza leva consigo é mais valioso que uma montanha coberta de ouro” pode ser ‘n’ coisas. E se disser errado a interpretação do texto desta frase é descoberto a extração ilegal.

Análises são pessoais, portanto é só uma dica para o pessoal que vive procurando resenhas/resumos pela internet para colocar num trabalho e ganhar aqueles créditos (Lei 9.610 – Direitos Autorais – CF/88) também não lhe cabe o entendimento completo da interpretação, por ventura causando equívocos básicos.

Quem é fernão?

É o personagem principal da história que busca progressos desde de voar, ao aperfeiçoamento durante toda sua vida. Quem leu - “O mito da caverna” de platão terá uma referência de como evolução alheia pode vir causar desprezo por parte de seus supostos colegas de raça/espécie.

Fernão é contado por ser um praticante e amante do vôo. E com o tempo começa a perceber que ele não é igual as outras gaivotas. As demais sem contentam em comer pedaços de pão, voar para sobreviver e morrer ao chegar no tempo preciso. Fernão compete querer mais, e isso o faz a parte da sociedade.

Mito da Caverna de Platão

Mito da Caverna de Platão

O mito da caverna de platão, um fragmento literário de A República (acredito que possa ser encontrado separado) conta que o ser (na história o homem) acredita que dentro de uma caverna onde mora, a fogueira a unica fonte de luz de lá apresenta silhuetas que para ele é a única verdade que existe. Ele não percebe que existe um mundo lá fora.

E quando percebe, tem a vasta noção que a caverna era uma parte minúscula do que ele vinha a conhecer, inocente em preocupação o homem que percebe esta realidade sobre a ilusão que vivia, tenta levar isso aos habitantes da caverna – a reação deles é igual aos das gaivotas de Fernão, o repudiam. Negam-no.

A negação é uma forma de dizer – “Talvez saibamos que exista uma realidade, melhor que esta, superior as nossas necessidades e que nos façam evoluir, mas já estamos acostumados e preferimos o pouco do que o infinito” citado por Rafael Junqueira.

Então temos diversos Fernão Capelo gaivota no mundo, pessoas que almejam mais, e são repudias, morrem e virão símbolo de nobreza uns 100 anos depois. Mas em vida, suas idéias eram ridicularizadas e tampouco sabidas. Embora o aperfeiçoar que o Fernão desejava era voar mais alto, em figura de linguagem (Sentido figurado) temos o alcançar que cada um tenta todo dia.

Por que as gaivotas o negam?

As gaivotas o negam, porque em juventude Fernão tem repulsa (no entanto por ofensa, mas por querer algo mais) as ensinamentos das velhas gaivotas. Que só servem para voar, não serem caçadas, comer e morrer. Fernão não acredita, e não tendo peito na política, ele parte para o que deixa mais feliz.

Não que o próprio o Fernão não negue certas coisas. E evolução não significa cruzar a faixa de vitória. A vitória é um conceito que pode ser interpretado de várias maneiras conforme a perspectiva da pessoa, no homem da caverna, a vitória dele era pensar que sabia sobre a essência de todo o mundo (o mundo sendo a verdade absoluta) ao descobrir as silhuetas que se formava pela fogueira, veio descobrir que era figuras mescladas que viam de fora e faziam forma nas labaredas.

A vitória dele estava consagrada, e quando descobriu – não considerou como o fracasso seu antigo estado. A vitória não tem haver com premiação, colocação, tem haver com uma visão previlegiada. Tem haver com a idéia de como as coisas são e pensamos como são.

- Fernão voava por aperfeiçoar.

- Sua colegas de espécie voavam para caçar.

Se comparamos, vamos ter dois grupos: Uns que apoiam Fernão em sua empreitada, e dizer que as demais são abitoladas. No entanto, se é ensinado á comer batata com casca a vida inteira, você é um homem/mulher da caverna?

Ou se é ensinado a vida inteira que todos escrevem com a mão direita, e os da esquerda são excluídos?

Os que preferem passar 20 anos estudando, dos que tomam iniciativa e levam menos que 5.

A evolução tem não significa atalho, e na verdade dos que fizeram 5 anos, tiveram alguma experiência, os que fazem 20 tiveram outra experiência.

O negar das gaivotas é que elas acreditam naquela verdade. E se colocarmos em prática, veremos seria um esforço enorme ver o que Fernão vê, sem termos um livro que nos diga isso. Veremos uma situação.

  • Implantar genes de aves em seres humanos, para que eles possam desenvolver asas, mecanismos como ventilação área (nas membranas das asas) para nos possibilitar voar)

Bizarro? Tenho certeza que há alguns anos (50-100) bebê de proveta deve ser uma inspiração para quem criou Frankstein (não chega a tanto) ele demonstrou em sua obra literária, que o ser humano continha muitas partes da sociedade, mas que mesmo assim com toda aquela “popularidade física”, não foi aceito por ninguém, e quem sabe até por ele mesmo. No entanto hoje em dia, falar em Frankstein como o Tropeço, ou Frank daquele jogo – “Street Racer” para SNES não é nada bizarro.

Os geneticistas vão dizer – “Eureka. Vivemos a era Frankstein do DNA”, os ativistas – “Não é uma bizarrice”, os que acham meio termo – “Bizarro e legal” e assim vai. A opnião que define a evolução pode dizer que criar asas nos seres humanos será um crime contra Darwin (sendo que ele postulou o estudo, e não a evolução), ou contra as filosofias criacionistas e evolucionistas. Ou seja todos vão brigar – porque é divergência de opnião. Evolução é a par disto, e não faz parte disto.

A idéia do LHC estava presente em filmes, livros e videogames.

LHC já era consagrado em idéias como Nevoeiro, Star Gate e OutCast

Se tiver um filme, um jogo, um livro ou seja o que for, eles vão dar uma idéia. E se ele vir antes, por experiência de observação, é bem capaz de considerado normal. Veremos outro caso.

  • A máquina LHC fica na divisa subterrânea da Suiça e da França já discutido como sendo um dispositivo da Black Mesa de Half-life, inclusive encontraram alguém parecido com Gordam Freeman. A idéia de criar portais já vem de longa data em filmes e games – como Half-life, Portal, Nevoeiro, Star Gate e assim vai.

Não é tido como estranho, não tanto. Existem grupos que vão dizer é contra a natureza, e´contra a segurança, não sabemos que vai acontecer. E cada uma vai ver de uma forma completamente diferente. Outros nem tanto, vão comparar os materiais que viram com que vem a ser o LHC. Todo material que é disponibilizado no mundo, sempre vem com aquele quê de dúvida quando é usado para publicação. Será que isso significa a idéia que a pessoa acredita ou que ela quis acreditar?

Opniões não são absolutas, uma mesma pessoa pode ter milhões de opniões e expressar uma, ou metade dela. A evolução é algo constante, e todos tem uma visão diferente dela. Dai sabemos porque as gaivotas negaram a idéia do Fernão, e porque o Fernão negou a idéia de vida das gaivotas.

O livro é espiritural?

A evolução é tratada na maioria das vezes física, ou seja os animais desenvolvem mecanismos para sobrevivência, adaptação. Os seres humanos o fazem o tempo todo, quando existe seca, realizam a irrigação. Quando existe crise, realizam cursos para aperfeiçoar-se, montar seus próprios negócios.

Espiritural tem uma tradução pra evolução mais profunda, algo que esta ligado a verdade atualização do ser em questão. Que vale a pena, realmente toca.

Ou pode ser considerado por muitos como um livro que fala sobre uma gaivota como numa fábula (não digo fantasia ofensiva, ou seja ofensa a inteligência, e sim como os sete anões) que conta a história de uma gaivota que queria mais.

Ou pode ser uma comparação a nossa sociedade, como é o cunho desta análise. Pode ser uma forma de entender conceitos filosóficos, treinamento psicológico ou simplesmente um livro.

Fernão havia chegado ao topo?

 

Não. Como tal as gaivotas achavam que só viviam para comer miolo de pão, Fernão havia conhecido outro lado da vida de voar, e com o tempo que foi passando, descobriu que aquela realidade dele ainda era o começo do começo – pode ser encontrado no final do livro a seguinte frase – “Não ha limites, Fernão?” (Página 152, Edição 1970).

Uma visão sobre a evolução de voar, e outra visão que evolução não para.

Comentários.

O livro que peguei hoje para analisar, é um livro que vi em filme (nos moldes dos anos 70) deve ter sido feito logo depois ou antes da publicação – e na forma de livro. E quando se vê em duas expressões (duas formas diferentes) a mesma mensagem – mas podemos entender esse tipo situação dentro do nosso dia-a-dia. Veremos um exemplo.

  • Jogar um jogo com dica é trapaça?
  • Jogar um jogo com detonado é trapaça?
  • Jogar um jogo sem dispositivos de ajuda é a melhor?

Em foruns de video games, vejo tópicos detonando o pessoal que usa ajuda para ir em jogos, isso sucinta no futuro que pessoa não peça a ajuda a nada em casos até graves (com certeza a pessoa não pensou nesta linha de desenvolvimento) é porque para cada um jogar com dica é uma forma de lidar com os obstáculos que o jogo fornece, mas se dica é trapaça então para uma visão revolucionista, estudar não é trapaça também para fazer uma prova?

Em resumo: A evolução é uma só, cada um é que tem uma opnião sobre ela.

 

 

 

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