Análise do jogo “Ghostbusters”

“Quem vocês vão chamar?” – Playstation 2.

Foi lançado para PS2 o jogo Ghostbusters (confira a análise do filme) com um desenho cartoon com os quatro integrantes (Peter, Egon, Ray e Winston) com a secretária Janine (tirando Dana [Sigourney Weaver] e Louis [Rick Moranis]) com você de integrante novato (ou novata).

Elementos fundidos.

Todos os elementos do primeiro e segundo filme estão neste título de Viggo ao Gozer podem ser encontrados referências, tal com Stay Puff (o monstro de marshmallow) para combater.

A mochila protônica, a armadilha, o geléia.

 

Um fator que ainda é mistério: Os dubladores são os atores? As vozes são iguais.

Enredo.

É tipica história de novato e novata na área, onde a história é um treinamento de fases com fantasmas para que você faça parte da equipe de caça-fantasmas.

Tudo em torno de capturar e ganhar a fama.

Base: Caça-fantasmas (Posto de bombeiro)

Com um círculo vermelho é possível acessar áreas com créditos, bonus, saves e fases. É bom visitar uma área que nos faz lembrar dos filmes. Especialmente o primeiro Ghostbusters que deu ênfase no posto de bombeiros mais que o segundo.

Existe até um quadro de Viggo no porão.

Música.

É a trilha dos filmes.

Jogabilidade.

Intuitiva (isso significa, que além do tutorial presente os botões seguem um padrão de vários jogos). Não é complicado e nem frustante. As cameras são vantajosas, e não causam problemas.

Comentário.

Lembro de um jogo antigo do ghostburters, e este segue uma linha cartunesca que pega os elementos cômicos dos filmes. Os diálogos, o foco em Peter Venkman (Bill Murray – Garfield) com excentricidade ciêntífica em Egon e Ray, com a esporádica fala de Winston e a animação de Janine. O que posso dizer é que o jogo captou a idéia, e trouxe no formato da geração PS2 (não sei se foi lançado para outros consoles) a tecnologia 3D e o panorama de usar aquelas ferramentas com o realismo próximo dos filmes (ainda faz efeito dos raios).

Nota 95.0 (os 5.0 do realismo)

 

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